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Persistência ou teimosia?

Você já parou no meio do caminho e se perguntou se valia a pena? Alguma vez se questionou se era por ali mesmo que deveria seguir? E se existirem outros atalhos? Mas, e se não for nada disso?

Ah, a vida. Nesse momento nem sei mais para qual direção eu dou o próximo passo. Há quem diga que é sempre para frente. Mas, será que é?

Tenho pensado em fazer diferente, e dar um passo para traz. Só para enxergar essa coisa toda de longe e ter certeza que não estou deixando passar nada. Será que assim consigo descobrir onde estou errando?

Esse negócio de idealizar a vida, sonhar, ter planos, criar coragem e correr atrás, não está fácil. Você passa boa parte da sua vida preocupada em agradar as pessoas, fazer o que esperam que você faça, se anulando, se esquecendo. Até que um belo dia a coragem toma conta de você, e uma explosão de entusiasmo toma conta de tudo. Agora vai.

Mas, não vai.

Você tira todos aqueles sonhos da gaveta, começa a se dedicar, dar o seu melhor e nada. Absolutamente, nada. Só que agora você está focando em algo que acredita, certo? Está tomando o controle das suas vontades e desejos, se importando menos com o que vão achar de você e acreditando mais em si mesmo. Então, qual o porquê de não ser mais fácil?

Aprende a controlar sua respiração. Afinal, não quer ter outra crise de ansiedade. Passa as noites em claro estudando, criando metas e as executando. Sonha acordada. Sonha dormindo. Sonha e vai atrás. Mas, não dá certo. A coisa toda não sai do lugar, por quê?

Talvez o fato de não dar certo é um jeito que a vida tem de dizer que não é esse o caminho. Ou, que esse sonho não nos cabe. Mas, até quando insistir em um sonho é persistência? E como saber quando essa persistência se torna teimosia?

São muitas perguntas, eu sei. Ainda não consigo responder todas, mas, se você está passando por algo parecido, saiba que não está sozinha.


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COMPORTAMENTO

17 (pequenas) metas para 2017

Se tem uma coisa que 2016 me ensinou é que quando planejamos nossos próximos passos, estabelecendo pequenas metas diárias, a vida flui bem mais tranquila. Por essa razão, e porque eu pretendo fazer de 2017 um ano bem produtivo, estabeleci 17 “pequenas” metas pessoais para realizar ao longo desses 12 meses.

1. Sorrir mais

Continuar olhando para o lado bom da minha vida, até mesmo nos dias difíceis. Tenho aprendido que os meus problemas têm o tamanho da atenção que eu dou para eles. Então, nesse ano, ao invés de ficar olhando para o que estiver dando errado, vou transferir minha atenção para possíveis soluções e para as coisas que estão dando certo. Começar e terminar cada dia sorrindo.

2. Cuidar mais da minha saúde

Vou confessar que em 2016 fui um pouco negligente com a minha saúde. Não administrei o meu tempo para cuidar de mim também, e acabei tento alguns contratempos por causa disso. Neste ano pretendo não cometer o mesmo erro.

3. Ser menos perfeccionista

Essa meta não me parece tão pequena e simples assim, de longe será a mais difícil. Sou fotógrafa e designer; estou sempre em buscar de transmitir o meu melhor. O que é bom e ruim ao mesmo tempo. Bom: porque em cada trabalho eu me dedico completamente e busco entregar o melhor resultado aos meus clientes. Ruim: nunca fico satisfeita com facilidade com o que eu faço, sempre me cobrando mais e mais, e isso acaba me desestimulando as vezes. Para 2017 eu pretendo ser menos exigente comigo mesma e acreditar mais na satisfação de cada cliente e amigo que confiam no meu trabalho.

4. Desacelerar

E me livrar da crise de ansiedade que desenvolvi em 2016. Colocar o pé no freio e parar de tentar fazer tudo ao mesmo tempo. Respirar fundo e separar um tempo para cuidar de mim. Não só da minha saúde, como disse no item 2 da lista, mas também da minha mente, da minha alma.

5. Colocar a leitura em dia

Fiz as contas de quantos livros eu li em 2016 e que decepção. Tudo bem que foi um ano corrido, cheio de reviravoltas e mudanças, mas ainda assim fiquei chateada de como deixei de fazer uma das coisas que mais me faz bem. Como não quero que isso se repita, já separei na estante as primeiras leituras de 2017.

6. Pensar primeiro, falar depois

Acredito que tudo o que transmitimos volta com a mesma intensidade. E não quero mais carregar arrependimentos de coisas que poderiam ter sido evitadas se estivesse ficado com a minha boca fechada.

7. Não me comparar com os outros

Sim, eu tenho essa mania de ficar me diminuindo, seja na área pessoal ou profissional. Para falar a verdade, comecei a trabalhar isso em mim na metade de 2016, e me fez tão bem, então seria mais “continuar a não me comparar com os outros”.

8. Conhecer novos lugares

Viajar mais, descobrir mais, buscar mais inspirações. Nem preciso ir longe, nem preciso gastar muito, só tirar um tempo para explorar mais e aproveitar mais a vida.

9. Trabalhar o suficiente

Para que não me falte o essencial, para que eu posso investir nos meus projetos e para que eu posso fazer o item acima.

10. Praticar alguma atividade física

Dar adeus ao sedentarismo que toma conta do meu ser (risos), e de bônus melhorar a minha alimentação. Está será a segunda meta mais difícil da lista.

11. Não ter vergonha de ser quem eu sou

Continuar a me olhar no espelho e me aceitar, independente da opinião dos outros. Ser eu mesma, por inteiro, desde o meu cabelo colorido ao meu All Star velho. Me amar, do jeitinho que eu sou.

12. Estar com as pessoas que eu amo

Ter a minha família e os meus amigos sempre por perto, mesmo na correria do dia-a-dia, buscar tempo para estar com eles.

13. Investir mais no blog e nos meus projetos fotográficos

Não dei conta do Diário de Sereia em 2016, não do jeito que queria, mas também não vou me cobrar demais. Estou com muitas ideias legais para o blog e pretendo executa-las. Além de investir em projetos fotográficos que eu já venho planejando há um bom tempo. 2017 vai ser o ano de pôr em pratica!

14. Criar uma rotina eficaz de estudo

Fazer mais cursos, workshops, aprender coisas novas. Nunca parar de buscar conhecimento, e dar conta da faculdade.

15. Ter fé

São metas simples, pelo menos algumas, mas eu vou precisar aprender a administrar o meu tempo. Por isso, já estou depositando tudo nas mãos daquele que colocou todos esses sonhos, projeto, metas e desejos no meu coração. Eu sei que descansar em Deus é confiar e caminhar. Também sei que tudo acontece no tempo dEle, por isso só peço sabedoria e discernimento para seguir o caminho -lindo- que Ele preparou para mim.

16. Não desistir do amor

Não enquanto ainda me fizer sorrir, me fizer levantar, me fizer querer ser uma pessoa melhor.

17. Agradecer mais

Ser grata por cada pequena vitória do dia-a-dia, por cada nova chance de recomeçar a cada amanhecer.

♥ ♥ ♥

E você, quais são as suas 17 metas para 2017?

Feliz ano novo, e que seja feliz o ano todo!

♥ ♥ ♥


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Leia esse texto se você tem sonhos estagnados

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Como escrever sobre sonhos? Ainda mais quando estão parados no tempo? Eu poderia começar esse texto citando aquela música do Renato Russo: voltamos a viver como há dez anos atrás e a cada hora que passa envelhecemos dez semanas. Só que há dez anos atrás eu tinha doze anos. E aos doze anos minha única certeza na vida era que aos vinte e dois anos eu já estaria morando no meu próprio apartamento, viajando o mundo, com uma carreira profissional incrível, uma vida saudável e meu próprio cachorro (da raça labrador, que chamaria de Jack).

Parece que eu estou decepcionando aquela garotinha, porque não tenho um apartamento para chamar de meu. Muito menos um labrador. E a vida saudável? Bem, vamos mudar de assunto.

Mas eu não esqueci esses sonhos, por mais que estejam estagnados. Pelo contrário, estão todos bem guardados e organizados no meu ser. E é por aquela garota de doze anos – cheia de certezas – que eu me levanto todas as manhas para tentar mais uma vez.  Falho, erro, caio, levanto, tento de novo, acerto, erro de novo e desanimo, mas nunca desisto.

Ninguém me avisou que, no auge dos meus vinte e poucos anos, a vida seria tão diferente do que eu havia sonhado. Podiam ter me alertado sobre as pedras no caminho. Será que me alertaram? Vai saber, eu só tinha doze anos.

Às vezes sinto como se estivesse correndo atrás de algo que ainda não sei o que é. Há dez anos atrás tudo parecia ser tão simples. Sonhar era mais simples.

Mas os sonhos ficaram para criança de doze anos, e agora tá na hora de encarar a realidade da vida. Esse é o momento de transformar os sonhos em planos, criar metas e manter o foco. Se desesperar na primeira dificuldade também, é normal, mas respirar fundo e seguir em frente.

Aprendi que comparar o meio caminho andado de alguém com o início da minha caminhada não ajuda em nada. E se você também tem feito isso, por favor, por você, pare. Cada ser dessa terra tem uma missão. Talvez você ainda não tenha encontrado a sua, ou já encontrou, mas ainda não a compreendeu, ou já compreendeu, mas ainda não a aceitou. Tá tudo bem, mesmo. Vai no seu ritmo.

Me desculpem, mas eu vou citar a música do Renato de novo: a riqueza que nós temos ninguém consegue perceber.  Não use a vida de outra pessoa como base para sua, ainda mais se isso for te deixar desmotivado. Busque inspiração, sim, isso está liberado, mas não se martirize por não ser igual. Não queira ser igual, queira ser você. Enxergue a riqueza que existe em você, mesmo que ninguém mais a perceba.

As coisas não costumam acontecer no tempo em que planejamos, mas sempre acontecem do jeito certo e, principalmente, na hora certa. Não desista, até porque negatividade só atrai negatividade.

Agarre-se a isso: se ainda não aconteceu, ainda não chegou a hora, mas quando a hora chegar será perfeito.

Eu ainda não realizei todos os sonhos da menininha do início desse texto. Seria mais fácil se todos os nossos desejos, sonhos, planos e projetos se realizem como mágica, igual aos contos de fadas da infância. Mas quando olho para minha bagagem da vida, há muito mais conquistas acumuladas do que aquela menina poderia ter imaginado.

Vamos seguir em frente, enfrentando o mundo. Construindo os degraus que nos levarão a realizar os sonhos de criança e aproveitando o caminho para sonhar cada vez mais alto.


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