FOTOGRAFIA

Kodak e a sua importância para o crescimento da fotografia

Nesse artigo vamos continuar falando sobre George Eastman, e a importância que a sua empresa (Kodak) teve para o crescimento da fotografia. Caso você não tenha lido os últimos textos sobre a história da fotografia, recomendo a leitura dos artigos abaixo:

A fotografia e seus principais inventores – Parte I 

A fotografia e seus principais inventores – Parte II 

A fotografia e seus principais inventores – Parte III


NASCIMENTO DA KODAK

Eastman projetou uma câmera pequena e leve, com uma lente capaz de focalizar a partir de 2.5m de distância. Foi chamada de Câmera Kodak por causa do som que fazia ao disparar o obturador. Ao ser lançada comercialmente, em 1888, o sucesso da invenção tornou a fotografia mais popular e acessível para pessoas inexperientes.

O slogan era: Você aperta o botão, nós fazemos o resto.

E funcionava da seguinte forma: Terminado o rolo da câmera, que tinha capacidade de 100 fotos, o fotógrafo só precisava manda-la para o laboratório de George Eastman; que recebia o seu negativo e o revelava, depois entregava a fotos e a câmera com um novo rolo.

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COMPORTAMENTO

17 (pequenas) metas para 2017

Se tem uma coisa que 2016 me ensinou é que quando planejamos nossos próximos passos, estabelecendo pequenas metas diárias, a vida flui bem mais tranquila. Por essa razão, e porque eu pretendo fazer de 2017 um ano bem produtivo, estabeleci 17 “pequenas” metas pessoais para realizar ao longo desses 12 meses.

1. Sorrir mais

Continuar olhando para o lado bom da minha vida, até mesmo nos dias difíceis. Tenho aprendido que os meus problemas têm o tamanho da atenção que eu dou para eles. Então, nesse ano, ao invés de ficar olhando para o que estiver dando errado, vou transferir minha atenção para possíveis soluções e para as coisas que estão dando certo. Começar e terminar cada dia sorrindo.

2. Cuidar mais da minha saúde

Vou confessar que em 2016 fui um pouco negligente com a minha saúde. Não administrei o meu tempo para cuidar de mim também, e acabei tento alguns contratempos por causa disso. Neste ano pretendo não cometer o mesmo erro.

3. Ser menos perfeccionista

Essa meta não me parece tão pequena e simples assim, de longe será a mais difícil. Sou fotógrafa e designer; estou sempre em buscar de transmitir o meu melhor. O que é bom e ruim ao mesmo tempo. Bom: porque em cada trabalho eu me dedico completamente e busco entregar o melhor resultado aos meus clientes. Ruim: nunca fico satisfeita com facilidade com o que eu faço, sempre me cobrando mais e mais, e isso acaba me desestimulando as vezes. Para 2017 eu pretendo ser menos exigente comigo mesma e acreditar mais na satisfação de cada cliente e amigo que confiam no meu trabalho.

4. Desacelerar

E me livrar da crise de ansiedade que desenvolvi em 2016. Colocar o pé no freio e parar de tentar fazer tudo ao mesmo tempo. Respirar fundo e separar um tempo para cuidar de mim. Não só da minha saúde, como disse no item 2 da lista, mas também da minha mente, da minha alma.

5. Colocar a leitura em dia

Fiz as contas de quantos livros eu li em 2016 e que decepção. Tudo bem que foi um ano corrido, cheio de reviravoltas e mudanças, mas ainda assim fiquei chateada de como deixei de fazer uma das coisas que mais me faz bem. Como não quero que isso se repita, já separei na estante as primeiras leituras de 2017.

6. Pensar primeiro, falar depois

Acredito que tudo o que transmitimos volta com a mesma intensidade. E não quero mais carregar arrependimentos de coisas que poderiam ter sido evitadas se estivesse ficado com a minha boca fechada.

7. Não me comparar com os outros

Sim, eu tenho essa mania de ficar me diminuindo, seja na área pessoal ou profissional. Para falar a verdade, comecei a trabalhar isso em mim na metade de 2016, e me fez tão bem, então seria mais “continuar a não me comparar com os outros”.

8. Conhecer novos lugares

Viajar mais, descobrir mais, buscar mais inspirações. Nem preciso ir longe, nem preciso gastar muito, só tirar um tempo para explorar mais e aproveitar mais a vida.

9. Trabalhar o suficiente

Para que não me falte o essencial, para que eu posso investir nos meus projetos e para que eu posso fazer o item acima.

10. Praticar alguma atividade física

Dar adeus ao sedentarismo que toma conta do meu ser (risos), e de bônus melhorar a minha alimentação. Está será a segunda meta mais difícil da lista.

11. Não ter vergonha de ser quem eu sou

Continuar a me olhar no espelho e me aceitar, independente da opinião dos outros. Ser eu mesma, por inteiro, desde o meu cabelo colorido ao meu All Star velho. Me amar, do jeitinho que eu sou.

12. Estar com as pessoas que eu amo

Ter a minha família e os meus amigos sempre por perto, mesmo na correria do dia-a-dia, buscar tempo para estar com eles.

13. Investir mais no blog e nos meus projetos fotográficos

Não dei conta do Diário de Sereia em 2016, não do jeito que queria, mas também não vou me cobrar demais. Estou com muitas ideias legais para o blog e pretendo executa-las. Além de investir em projetos fotográficos que eu já venho planejando há um bom tempo. 2017 vai ser o ano de pôr em pratica!

14. Criar uma rotina eficaz de estudo

Fazer mais cursos, workshops, aprender coisas novas. Nunca parar de buscar conhecimento, e dar conta da faculdade.

15. Ter fé

São metas simples, pelo menos algumas, mas eu vou precisar aprender a administrar o meu tempo. Por isso, já estou depositando tudo nas mãos daquele que colocou todos esses sonhos, projeto, metas e desejos no meu coração. Eu sei que descansar em Deus é confiar e caminhar. Também sei que tudo acontece no tempo dEle, por isso só peço sabedoria e discernimento para seguir o caminho -lindo- que Ele preparou para mim.

16. Não desistir do amor

Não enquanto ainda me fizer sorrir, me fizer levantar, me fizer querer ser uma pessoa melhor.

17. Agradecer mais

Ser grata por cada pequena vitória do dia-a-dia, por cada nova chance de recomeçar a cada amanhecer.

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E você, quais são as suas 17 metas para 2017?

Feliz ano novo, e que seja feliz o ano todo!

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COMPORTAMENTO

Nenhum Natal será o mesmo sem você

Essa época do ano me lembra você. Não só porque era o mês do seu aniversário ou porque fim de ano é normal bater nostalgia, mas sim porque tem festa, tem comida e principalmente porque tem alegria. E essas três coisas juntas não me lembram outra pessoa a não ser você, vó.

E faz tanta falta não te ter aqui.

A casa parece sempre vazia, todo dia eu tenho a sensação de que ela está incompleta. Até mesmo com a Manuela correndo de um lado para o outro cantando e gritando, eu escuto o silêncio que faz não ter a sua voz vinda da cozinha. Sempre da cozinha; o seu lugar preferido e o lugar que eu sempre acho que vou te encontrar ao chegar em casa.

Nenhum Natal será o mesmo sem você cozinhando de manhã até de noite, e indo enfrentar mercado em pleno dia 24 porque tá faltando algum ingrediente pra uma das 50 receitas que você fazia ao mesmo tempo. Não tem mais a sua farofa, a torta de frutas, o arroz de formo, e o pastel. O bendito pastel que você ficava fritando até 23:59h.

“Vó, vai tomar banho e se arrumar que já são quase meia-noite! ”, “Chega de pastel, já tá bom de comida”, “Vem cear com a gente! ”

“Já estou indo! Vocês não querem que eu fique fritando pastel, mas quando eu coloco na mesa não sobra um! ”

E não sobrava mesmo. Tudo que você fazia era tão carregado de amor e carinho, que não sobrava nada.

Só que hoje a casa está vazia, a ceia não está pronta e as luzes apagadas. A sensação que tenho é de que você deve está chateada com isso. Me desculpa, vó. Eu devia tá fritando o pastel por você, mas não é fácil sem a sua presença. Sem você falando que eu estou fazendo errado. Sem você querendo fazer tudo do seu jeito. Sem a sua risada e a sua voz enchendo a nossa casa.

Esse ano vai ser mais um em que eu não vou ouvir você falando ao telefone, com algum parente que mora longe, que a sua neta parece uma modelo. Sempre elevando a minha auto estima. Gosto de pensar que, se ainda estivesse aqui, hoje você incluiria na conversa que eu sou fotógrafa e puxei o gosto pela fotografia de você. O que seria a mais pura verdade. Aliás, obrigada por ter registrado a minha infância. Uma das câmeras que você usou para isso fica no meu estúdio, para sempre me lembrar que essa paixão (que virou profissão) nasceu junto com cada sorriso que eu te dei quando estava me fotografando com ela.

Agora eu estou aqui, encarando a tela do computador com o coração apertado de saudades, e querendo um abraço de vó.

Nenhum Natal, ou qualquer dia do ano, sempre o mesmo. Mas essa época do ano me lembra você, o que me lembra da tua risada, e logo me faz sorrir.